sábado, 26 de setembro de 2009

MÚSICAS NA PASSARELA: A BELA DO DIA

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Miles Davis_ Someday My Prince Will Come

Hoje é sábado!
Gelo no copo, deixa escorrer
o líquido dourado e...
Tasca esse no pick-up!
Ahaha, sou antigo!
Tá certo, minha vitrola
não funciona mais.
Ah ah, sou moderno:
baixo esse do Youtube
e vamos curtir
essa maravilha das maravilhas.
Saudades de meu irmão,
que gostava muito
desses sábados de noites douradas.
E calmas, carinhosas, amorosas.
E ensinou aos mais novos.
Saudades fazem a vida valer a pena.

Mick Taylor diz que estaria morto se tivesse continuado nos Stones

O guitarrista Mick Taylor, ex-Rolling Stones,

disse que não se arrepende

de ter saído do grupo em 1974.

"Eu não me arrependo porque

se tivesse continuado com o grupo,

eu estaria provavelmente morto",

disse Taylor ao jornal Daily Mail.

"Eu enfrentava dificuldades

com a dependência química

e não teria sobrevivido", revelou.
Taylor admitiu que está

"muito melhor hoje do que se fosse

um membro dos Stones

destruído pelas drogas".
O guitarrista também disse

que o grupo tem uma dívida

relacionada aos seis álbuns de estúdio

no qual ele participou.

"Eles ficam com todo o dinheiro

e eu com os aplausos e elogios,

até do Mick [Jagger]", comentou Taylor,

que já tentou conversar, sem sucesso,

algumas vezes com a banda

para resolver a questão.

"Percebi que contratar um advogado

é provavelmente a única forma

de ser levado a sério", concluiu.


E aí, tem algum advogado interessado na causa? Para quem não viveu a história nem se interessou em saber depois, Mick Taylor substituiu Brian Jones na maior banda de rock'n roll do mundo: The Rolling Stones, Não vou aqui entrar na velha polêmica The Beatles X The Rolling Stones. Fica pra outra. Brian Jones era considerado a cabeça criativa dos Stones, o Lennon de lá. Morreu de overdose. Acontecia. Mick Taylor tocou nos melhores discos dos Stones, os mais substancialmente criativos: Let It Bleed (1969), Stick Fingers (1971) e Exile on Main Street (1972). Gosto não se discute? ahn ahn... Tocava muito, não sei o que anda fazendo hoje. É mais um da escola do John Mayall, como Eric Clapton e Jack Bruce. Merece um advogado, né não?


MÚSICAS NA PASSARELA: A BELA DO DIA



Blowin in the Wind - Bob Dylan já cantava
em 1962, aos 21 anos. Pode cantar ainda
hoje,
por muitos anos ainda.
Não aprendemos nada.

Essa versão, do grupo Peter, Paul and Mary,
é de 1966
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Salut!

MARMITA OLÍMPICA - MADRID

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MADRID, UMA TOURADA!