

Basta ler algumas para se entender: artesãos nem sempre são decendentes diretos dos nativos da região, que, no sábado, ocuparam seus lugares nas ruas de pé-de-moleque, oferecendo seus cocares, arcos e flechas, brincos de penas, esculturas de animais silvestres em madeira e barro.
A maioria é riponga, gente que escolheu esse meio de produção alternativo, que se pagasse imposto não sobreviveria uma semana. Como todo o comércio local, queria apenas um espaço mais visível para faturar também com a festa. O neoliberalismo falou mais alto, prefeitura tem que faturar.

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