sexta-feira, 8 de maio de 2009

APRENDENDO A JOGAR

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Dispostos a mudar sua imagem perante a opinião pública, os congressistas resolveram estudar (trabalhar? é ruim, heim, diriam suas secretárias domésticas pagas pelo Congresso). Como não tem mais nada para fazer além de ficar voando com suas famílias, amantes, primos, apaninguados e etc às nossas custas e não estão nem se lixando para a nossa opinião, pediram à Unilegis um "personal deck" para lhes ensinar a jogar baralho, desde BURRO EM PÉ (como se referem ao cidadão que lhes consignou seu voto) até BURACO (onde querem que o país continue), passando por POKER (a que obteve poucos matriculados, pois todos sabem blefar como ninguém - vai virar MBA), SETE E MEIO (número de dias trabalhados no mês - o restante é viajando para "visitar as bases"), VINTE E UM (muito parecido com o Sete e Meio, só que o que vale são os dias não trabalhados), (FOI)-MAU-MAU (o que dizem quando são descobertos em suas maracutaias), SUECA (código para identificar a cafetina predileta), RONDA (jogo noturno pelos inferninhos estatais de Brasilha da Fantasia) e TRUCO, o predileto dos parlamentares oriundos do interior do país, que, na verdade é a sigla do movimento congressista Todos os Representantes Unidos Contra Ocês. O problema é que as despesas do congresso vão aumentar ainda mais: a primeira tática estudada é "PILHAGEM METODOLÓGICA DE BENS", onde aprendem logo a palmear o baralho público.

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